Idosos acima de 60 anos sofrem prejuízos com a perda de R$ 1.412 após determinação de Simone Tebet.



Os idosos acima de 60 anos que recebem benefício do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) podem ser atingidos com uma decisão tomada pelo Ministério do Orçamento e Planejamento. Sob a gestão de Simone Tebet, a Pasta prevê diminuir o pagamento de alguns grupos.

Depois de especulações sobre o fim do reajuste dos benefícios do INSS atrelados ao salário mínimo, como eu comento, a ministra Simone Tebet se pronunciou. Segundo Tebet, não há interesse em alterar salários previdenciários, mas outros auxílios continuam na mira.

Idosos devem ser prejudicados com mudanças nos benefícios

A ministra do Orçamento e Planejamento, Simone Tebet, admitiu que o governo federal precisa pensar em estratégias rápidas para conseguir conter os gastos. Isso porque, pode haver menos dinheiro em caixa do que o necessário para manter as contas públicas.

Neste caso, a suspeita era de que os, como auxílio-doença ou salário maternidade, teriam o seu cálculo alterado. Ao invés do piso desses benefícios acompanharem o salário mínimo do país, eles teriam um reajuste menor.


No entanto, Tebet afirmou que pode isentar os salários previdenciários da mudança, mas aplicaria o limite a outros benefícios como:

Enviar pelo WhatsApp compartilhe no WhatsApp

– BPC (Benefício de Prestação Continuada): pago a idosos com mais de 65 anos, ou pessoas com deficiência que vivem de baixa renda (1/4 do salário mínimo per capita);
– Abono PIS/PASEP: pago para trabalhadores que ganham até 2 salários mínimos por mês;
– Seguro-desemprego: pago para todo trabalhador demitido sem justa causa.

Fim dos R$ 1.412 para os beneficiários do BPC?

Não é bem assim! Para 2024 nada deve mudar, as alterações deverão ser aplicadas a partir de 2025. Isso significa que se for confirmado o fim do igual ao piso salarial do país o novo valor deve ser aplicado a partir de janeiro do próximo ano.

– Como será o BPC se ficar igual ao salário mínimo de 2025: R$ 1.502,00;
– Como será o BPC se tiver o reajuste apenas pela inflação: R$ 1.457,89.

O salário mínimo considera para reajuste o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) de 2024, que para a projeção do Ministério da Fazenda deve ser de 3,25%. Somado ao PIB (Produto Interno Bruto) de 2023 que foi de 2,4%. Ou seja, o reajuste é de 5,65%.


A proposta é não usar o resultado do PIB, apenas da inflação de 2024, neste caso o BPC de 2025 teria valor menor que o salário mínimo.


📂 Notícias